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História e cultura

Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore

Museu da Universidade Federal de Alagoas dedicado à arte popular e ao folclore do Nordeste, instalado em um palacete do século XIX na Avenida da Paz.

Atualizado em 5 de outubro de 2026 ✓ Informações verificadas em 5 de outubro de 2026

Tipo
História e cultura
Região
Centro histórico
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O Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore é o principal museu dedicado à cultura popular em Alagoas. Pertence à Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e fica em um palacete na Avenida da Paz, no Centro de Maceió, perto da orla e do bairro de Jaraguá. Para quem quer entender os folguedos, o artesanato e as festas do estado, é uma parada importante.

Situação da visitação

No agendamento, a UFAL pede o nome do responsável ou do visitante, a data e o horário desejados. A confirmação depende da capacidade do espaço.

História do museu

O museu foi criado em 20 de agosto de 1975 e leva o nome de Theotônio Brandão Vilela, médico e folclorista que doou sua coleção de arte popular à UFAL. A coleção ficou inicialmente no Pontal da Barra e, em 1977, foi transferida para o palacete que pertenceu à família Machado, construído no início do século XIX. O prédio, de arquitetura eclética, passou por restauração entre 2000 e 2002, com mudanças no interior e preservação da fachada. O edifício do museu consta na lista de bens tombados da Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas.

O acervo

Segundo a UFAL, o acervo reúne peças da cultura popular do Nordeste, especialmente de Alagoas. Entre os destaques:

Tipo de peça Exemplos
Cerâmica Cerâmica figurativa, incluindo peças atribuídas ao Mestre Vitalino, e cerâmica indígena kariri-xocó
Madeira Esculturas e objetos entalhados
Folguedos Trajes de festa e chapéus e coroas ornamentados
Vida cotidiana Brinquedos populares, tecidos e objetos artesanais
Religiosidade Ex-votos e objetos de religiões afro-brasileiras

Os chapéus e coroas cheios de espelhos e fitas ajudam a entender o guerreiro, folguedo natalino registrado como patrimônio imaterial de Alagoas. O guia de cultura popular de Alagoas explica o guerreiro, o reisado, o pastoril e outras manifestações.

O museu também mantém uma biblioteca setorial ligada ao sistema de bibliotecas da UFAL, voltada a temas de folclore e antropologia.

Como chegar

O museu fica na Avenida da Paz, 1490, no Centro, segundo a UFAL. A avenida acompanha a beira-mar entre o Centro e Jaraguá. A partir da orla da Pajuçara e da Ponta Verde, o trajeto é curto de carro ou aplicativo. Veja as opções de deslocamento em como se locomover em Maceió.

Dicas de visita

  • reserve de uma a duas horas para as salas abertas;
  • pergunte no agendamento quais espaços estão disponíveis, já que parte do prédio pode estar em obras;
  • combine a visita com um passeio por Jaraguá e pelo Centro;
  • no fim da tarde, siga para o Pontal da Barra, onde a coleção nasceu, para ver o filé sendo feito.

Para outros espaços culturais da cidade, veja o guia de museus de Maceió.

Dicas práticas

  • Antes de ir, confira nos canais oficiais da UFAL se o museu está aberto e se é preciso agendar.
  • Grupos devem agendar com antecedência pelo e-mail informado pela UFAL.
  • Combine a visita com o Centro e o bairro de Jaraguá, que ficam perto.
  • É uma boa opção para dias de chuva.

Perguntas frequentes

O Museu Théo Brandão está aberto?

Em outubro de 2025, a UFAL informou que o museu estava parcialmente aberto, com parte das instalações em reforma e visitas mediante agendamento por e-mail, de terça a sexta, das 9h às 17h. Confirme a situação atual nos canais oficiais da UFAL antes de ir.

Onde fica o Museu Théo Brandão?

Na Avenida da Paz, 1490, no Centro de Maceió, segundo a UFAL.

Quem foi Théo Brandão?

Theotônio Brandão Vilela, médico e folclorista alagoano. Ele doou sua coleção de arte popular à Universidade Federal de Alagoas, e o museu foi criado com seu nome em 1975.

O que tem no acervo?

Peças da cultura popular do Nordeste e de Alagoas, como cerâmica figurativa, esculturas em madeira, trajes e chapéus de folguedos, brinquedos populares, tecidos, cerâmica indígena kariri-xocó, objetos religiosos afro-brasileiros e ex-votos.

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